Os estadunidenses se alimentam de hambúrgueres, baldes de pipoca e tonéis de refrigerantes, mas seus líderes se acham o supra-sumo da humanidade, a última coca-cola do deserto.
Os árabes criaram uma das mais ricas culinárias de todo o globo, indo das coalhadas fresca e seca às carnes temperadas com hortelã e às saladas com romã, passando pelas pastas de gergelim e de berinjela. O pão árabe combina com tudo, desde a salada, a carne, as pastas e até puro, apenas com o bom azeite libanês. O sorvete árabe, então? E o café cremoso? E os doces folhados? E os sucos de limão com hortelã?
Mas a propaganda sionista e estadunidense insiste em dizer que os árabes são rudes e atrasados. Se o fossem, não criariam essa rica e requintada culinária nem descobririam o sabor do café.
No fim, o império cairá, talvez o hambúrguer sobreviva, os sionistas desaparecerão, e ficarão junto ao mundo diversificado os judeus e os árabes, em meio a tantos outros povos sofridos.


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