Fica cada vez mais claro que os Estados Unidos erraram feio na avaliação da quantidade de mísseis iranianos. Imaginaram que o número era muito inferior. Ademais, a alta tecnologia utilizada, que levou a acertos surpreendentes de alvos fixos e móveis, também foi outro fator de surpresa. Tudo isso levou ao maior império de todos os tempos ficar quase sem mísseis anti-aéreos, demandando anos para a normalização do número suficiente para garantir a segurança própria e de aliados.
É evidente que os EUA acreditaram que a morte do líder supremo iraniano poderia causar um levante popular, mas teve justamente um efeito contrário. Uniu a população em defesa do país.
E calculando mal a capacidade iraniana, só podia dar no que deu. Uma vergonhosa derrota estratégica.
A extrema-direita, não só estadunidense, tenta ser célere a qualquer custo, e este pode resultar alto, pois comete-se muitos erros por não haver a cuidadosa avaliação necessária, ainda mais em se tratando de guerra.
Estratégia nunca foi o forte dos fascistas e nazistas, e pelo visto nem da atual extrema direita mundial, para a sorte da humanidade.

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