Com os Estados Unidos de Trump tomando o petróleo de países soberanos (Venezuela), devastando e tentando invadir países ricos em petróleo (Irã), ameaçando tomar áreas de outros países (Groenlândia e Canadá) e fazendo ameaças expressas a México, Colômbia, Nicarágua e Cuba, os países militarmente menos fortes devem se unir.
Uma saída é o BRICS criar um pacto de defesa caso um dos países membros ou associados seja atacado.
Enquanto o BRICS não se movimenta, o Brasil já fala em fazer uma aliança com a África do Sul para que os países fomentem indústrias de produção de armamentos locais, investindo por tabela em tecnologias que podem beneficiar não só as forças armadas dos dois países, mas indústrias civis e a população de ambos como um todo.
Nâo investirmos em indústrias nacionais nos colocará na posição de submissão das grandes potências, as quais podem interferir nos programas de software dos armamentos fornecidos, retardar a entrega e até mesmo vetar o fornecimento de insumos, deixando o setor de defesa fragilizado.

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