Nós não estamos nesse planeta para fazer o que bem quisermos, embora possamos fazê-lo. Aqui há o livre arbítrio.
Estamos aqui, em meio à liberdade que temos de escolher o caminho a seguir, para evidenciamos quem somos, a que os religiosos chamam de revelação.
Podemos optar entre o não querer a guerra, auxiliar os necessitados e multiplicar o amor em todas as suas formas, ou pensarmos apenas no poder, na fama, no limitado prazer material.
Podemos fazer o bem ou o próprio mal.
Podemos auxiliar a que mais pessoas sintam os céus ou que mais pessoas vivam o inferno. Não temos poder Divino, mas a mera capacidade de auxiliar ou atrapalhar.
Daí o julgamento constante de todos os graus de energia e vida que sofremos, não como punição, mas como aprendizado.
Ao mesmo tempo em que a evolução individual é importante, a coletiva e o seu estágio de evolução interfere a todo instante em nós, nos ajudando ou nos prejudicando. Daí a importância de as leis e o Estado fomentarem a evolução espiritual e a felicidade de todos!
O ser humano precisa ser ajudado a todo instante a evoluir, e o Estado pode auxiliar, e muito, nisso, já que o humano se afastou da Espiritualidade, crendo erroneamente que o saber está distante do ser.
O saber, que ilumina as mentes, cresce exponencialmente quando se liga ao ser, à evolução comportamental, que alimenta a alma.
Sem que essa ficção chamada Estado, que nos comanda, interfira ativamente nos rumos espirituais da humanidade, a evolução rápida de todos nós sempre estará ameaçada por costumes sociais ou culturais, como os hodiernos, que se prendem ao hedonismo, ao individualismo e ao materialismo.
O ser humano pode ser capaz de se libertar se procurar o saber e aprimorar o ser. Mas o Estado tem a capacidade de tornar esse caminho menos ou mais pedregoso. Que, para o nosso bem, o Estado possar servir à humanidade, e não essa ao Estado e aos que detêm o poder sobre este.

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