Segundo o ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para os
Refugiados, o deslocamento populacional em 2016, causado por guerras,
violência e perseguições, foi o mais alto já registrado em toda a
história.
Segundo o órgão da ONU, foram 65,6 milhões que foram obrigados a
deixar o seu local de moradia. Desse número destacam-se 22,5 milhões
de pessoas reconhecidas como refugiadas.
O ACNUR é o órgão responsável por cuidar dos refugiados não
palestinos, que são 17,2 milhões. O restante, 5,3 milhão são
palestinos e descententes que estão sob os cuidados da Agência das
Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). O
número de refugiados palestinos só é superado pelos sírios, que já
alcançam 5,5 milhão de refugiados.
Para os que não acompanham os acontecimentos na África, o Sudão do Sul
também vive uma catástrofe, com 1,4 milhão de refugiados e 1,87 milhão
de pessoas que não chegaram a sair do país, mas que são consideradas
deslocadas internas.
Refugiados, o deslocamento populacional em 2016, causado por guerras,
violência e perseguições, foi o mais alto já registrado em toda a
história.
Segundo o órgão da ONU, foram 65,6 milhões que foram obrigados a
deixar o seu local de moradia. Desse número destacam-se 22,5 milhões
de pessoas reconhecidas como refugiadas.
O ACNUR é o órgão responsável por cuidar dos refugiados não
palestinos, que são 17,2 milhões. O restante, 5,3 milhão são
palestinos e descententes que estão sob os cuidados da Agência das
Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). O
número de refugiados palestinos só é superado pelos sírios, que já
alcançam 5,5 milhão de refugiados.
Para os que não acompanham os acontecimentos na África, o Sudão do Sul
também vive uma catástrofe, com 1,4 milhão de refugiados e 1,87 milhão
de pessoas que não chegaram a sair do país, mas que são consideradas
deslocadas internas.

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