Muitos de vocês não sabem, mas logo aos 12 e 13 anos eu já havia criado uma meia dezena de personagens, de um pato, passando por um grupo de soldados a um vampiro. Muitos, hoje, já não fazem tanto sentido para mim. Mas tem alguns que sim e é justamente sobre eles que tentarei abordar no início do ano que se aproxima. Passados 30 anos, preservaram a jovialidade e, o que é mais interessante, o questionamento e a reflexão sobre fatos e idéias preconcebidas. Para mim, não são simplesmente personagens de história em quadrinhos, mas personagens da própria história, questionadores que são. É, o que poderia ser uma historinha boba para crianças pode ter muito (pretenso) conteúdo. Aguarde!
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