Flávio Bolsonaro e sua família fugiram como se fossem agentes infiltrados de um governo estrangeiro. Foi um plano de despistamento das autoridades brasileiras, e funcionou.
Diante dessa realidade, já se sabe que um ex-agente do Mossad (agência de espionagem de Israel) ajudou Flávio Bolsonaro em sua fuga. A revelação ocorreu no programa Fantástico da TV Globo neste domingo. A pergunta que fica é quem é esse agente e por que agiu para que Flávio Bolsonaro fugisse sem deixar vestígios evidentes que permitissem que as autoridades brasileiras o interceptassem?
Não se sabe quem contratou os serviços do ex-agente do Mossad e se houve participação dos governos dos Estados Unidos e da Argentina nesse processo de extração, que ficou conhecido como operação"Alba", ou seja, de cor branca.
Na fuga cinematográfica, mais emocionante que o filme fantasioso "Dark Horse", foram utilizadas vans e um luxuoso jato Gulfstream G400, da empresa argentina Baires Fly, que fez um escala no Equador antes de pousar em Miami na manhã do dia 28 de outubro.
Jason Miller, estrategista de comunicação e forte aliado de Donald Trump, teria participado da contratação da aeronave, segundo informações do The New York Times e do The Wall Street Journal, enquanto noticiosos argentinos apontam que Santiago Caputo, assessor especial de Javier Milei, presidente argentino, teria atuado para facilitar o ingresso na Argentina sem levantar suspeitas. A participação de um ex-agente do Mossad levanta a suspeita de participação ativa também do governo israelense, inclusive nos preparativos para a fuga.
O trajeto da fuga, as circunstâncias em que ocorreu, os participantes e a origem dos recursos utilizados para a contratação de pessoal e equipamentos é investigada pela Polícia Federal brasileira.


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